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O que é o exame de imunoglobulina?

Você sofre de alergias crônicas? E a sua imunidade, como está? Tem tido quadros frequentes de infecções? Para responder a todas essas perguntas, uma boa dica é realizar o exame de imunoglobulina, que investiga a presença e a quantidade de anticorpos produzidos pelo sistema imunológico.

A análise, que é feita rapidamente e de forma minimamente invasiva, ajuda a identificar problemas graves de saúde e em que patamar estão, de forma a contribuir para diagnósticos precisos e para a indicação dos tratamentos mais adequados. Acompanhe o post e tire suas dúvidas sobre o exame!

O que é o exame de imunoglobulina?

A análise serve para investigar os níveis de complexos imunes, que são a ligação entre um anticorpo e um antígeno. Essas estruturas são produzidas pelo sistema imunológico e têm a função de defender nosso organismo de invasores microscópicos — como bactérias, toxinas, vírus etc.

Quais doenças ele previne?

De acordo com os resultados obtidos com o exame de imunoglobulina, é possível identificar problemas decorrentes da baixa imunidade, como alergias, toxoplasmose, vários tipos de hepatites, rubéola e, até mesmo, o HIV, ou seja, diversas infecções virais, bacterianas e parasitárias.

Além disso, ele pode ser indicado para identificar reações alérgicas a componentes de medicamentos mais fortes, como antidepressivos e anti-histamínicos. Nesses casos, é realizada uma análise específica, de modo a verificar a produção de complexos imunes diante da exposição aos alérgenos.

Como ele é feito?

Por meio de uma coleta de sangue, são verificadas a existência e a quantidade de cinco tipos de imunoglobulina — cada um pode fornecer diferentes diagnósticos de doenças relacionadas à imunidade. São elas:

  • imunoglobulina A (IgA): refere-se aos anticorpos presentes em secreções intestinais, genitais, urinárias e do sistema respiratório, que protegem o corpo de infecções e alergias em locais específicos;
  • imunoglobulina D (IgE): resultados alterados podem indicar doenças autoimunes, pois trata-se do tipo de anticorpo presente nos linfócitos, as células de defesa do organismo;
  • imunoglobulina E (IgE): é a proteína que indica reações alérgicas a elementos muito específicos, como os componentes de medicamentos ou determinados tipos de alimentos;
  • imunoglobulina G (IgG): responsável por respostas secundárias, esse é o tipo mais abundante no organismo e taxas alteradas sinalizam infecções no tecido nervoso e esclerose múltipla, entre outras coisas;
  • imunoglobulina M (IgM): esse é o principal tipo de anticorpo, responsável pelas respostas primárias a invasores, e sua presença pode indicar o estágio de algumas patologias.

Normalmente, a preparação para o exame se resume a jejum recomendado pelo laboratório — que pode ser entre 3 e 14 horas —, e os valores também dependem do tipo de proteína analisada. Já em relação aos resultados, as taxas de referência variam muito de acordo com a idade do paciente e o tipo de imunoglobulina, por isso, é importante que sejam estudados por um médico.

Quando ele deve ser realizado?

Normalmente, pessoas que apresentam quadros frequentes de doenças infecciosas ou de respostas alérgicas precisam realizar o exame. Também é comum que as taxas de anticorpos sejam investigadas durante o período gestacional, principalmente para identificação de problemas potencialmente perigosos para o desenvolvimento do bebê, como a toxoplasmose.

Mesmo que você não tenha sintomas ou suspeite de doenças que sinalizam deficiências no sistema imunológico, vale a pena conversar com seu médico, caso deseje realizar o exame de imunoglobulina. Como você viu, ele é rápido, indolor e capaz de fornecer boas pistas sobre a sua saúde.

Para saber mais sobre como você pode realizá-lo, entre em contato conosco. Teremos prazer em ajudar!

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