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DST: veja como se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis

Doenças sexualmente transmissíveis são conceituadas como problemas sérios de saúde para a população adulta. Os impactos clínicos são preocupantes tanto para os doentes quanto para os parceiros, e o tratamento envolvem etapas medicamentosas e comportamentais.

São consideradas doenças sexualmente transmissíveis aquelas em que uma das formas de transmissão ocorre via relação sexual vaginal, anal ou uma combinação dessas. Na maioria das vezes, o contágio ocorre entre o paciente infectado (que pode ou não estar sintomático) e indivíduo mais vulnerável fisiologicamente.

Por isso, as estratégias de prevenção são importantes e devem ser seguidas à risca. Conheça como se prevenir das doenças sexualmente transmissíveis no nosso post de hoje e modifique seus comportamentos!

Use adequadamente os preservativos

A utilização adequada dos preservativos impede o contato pele a pele com os indivíduos infectados. Ao menor sinal de uma ferida exposta seja em qualquer lugar das partes íntimas, é altamente recomendável a utilização de preservativos.

Estão disponíveis no mercado preservativos a base de látex, mas existem alternativas compostas por poli isopreno e poliuretano. Sua função é impedir a ejaculação dentro do canal vagina e anal, e entrar com contato com parte íntimas que possam estar contaminadas.

O preservativo é considerado um método de barreira muito seguro desde que o indivíduo observa a  integridade da embalagem antes da utilização e siga adequadamente as orientações no momento do uso.

Faça exames clínicos com regularidade

A partir do momento que a mulher se torna sexualmente ativa é importante monitorar o aparecimento de doenças com essa forma de contágio. Sendo assim, além do checkup periódico incluindo hemograma, dosagem de colesterol e proteínas hepáticas é necessário a pesquisa por micro-organismos patogênicos.

 A partir da anamnese física e do relato de comportamentos de risco (multiplicidade de parceiros sexuais, relação desprotegida etc), o médico solicitará exames laboratoriais mais completos.

Siga as recomendações clínicas

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) podem aparecer após baixa de imunidade ou se tornarem crônicas, exigindo tratamento a longo prazo. No primeiro caso o tratamento é sintomático e deve ser feito com todos os parceiros envolvidos na situação, mesmo que não apresentem manifestações clínicas.

As DST que se tornam crônicas necessitam de acompanhamento contínuo, administração periódica dos medicamentos e mudanças de hábitos sexuais. Dessa maneira, é crucial seguir as orientações clinicas e medicamentosas para evitar complicações sistêmicas ou dificuldade permanente em manter relações sexuais.

Não se iluda com orientações falsas

Normalmente uma orientação clínica vinda de uma pessoa idônea pode parecer confiável aos olhos de quem necessita de uma informação rápida e prática.  

Porém é preciso ficar atento e confirmar as orientações recebidas, caso não seja de um profissional de saúde. Exemplo disso é a divulgação da efetividade das duchas vaginais para prevenir a contaminação por DST.

Outras inverdades são que, uma vez adquirida à doença nunca mais terá nova infecção ou que algumas podem se curar naturalmente.

Doenças sexualmente transmitidas são cercadas de preconceitos sobre identificação, fatores de risco, tratamento e orientações adequadas. Por isso é importante entender as principais manifestações clinicas e buscar ajuda profissional sempre que necessário. Além disso, prevenir a infecção por meio da utilização adequada de preservativos, praticar sexo seguro, seguir as recomendações clínicas são bem vindas nesse cenário.

E você, tem mais alguma dúvida sobre essas doenças? Está inteirado sobre esses assuntos? Considerou essas informações pertinentes? Então, compartilhe nas redes sociais e ajude a disseminar esse conhecimento!

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